sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Osho ou Acho?

Osho que fui alto demais, demasiadamente inconstante, como o grito errante antes da paz...
Se o mundo fosse sempre quieto, os passarinhs não cantavam, o mar não ecoava e eu não falava...
Mundo cão que abana o rabo e te faz correr ao precipício, lá não empurra, ousa te tirar do abismo...
Saí do futuro do presente, diretamente no seu passado.
Quem foi que me deixou passar? quem passou? O que importa é ser e estar...
Verbos irregulares que já não preciso decorar...
Enfeito com flores, sorrisos, música e amores...
tudo no plural, apesar da minha singularidade... mas quem se importa?
P passado é teu, o futuro é meu! feita a partilha, nos casemos no presente!
Se houver separação de bens, não ponho meus pés no altar...
Passo, eu deixo passar...
No fim o pato ficou com as alianças,
e a guerra sequer existiu...
Nem vi passar, estava dormindo...